Deputada se reúne com o MPPB e dialoga para que crime do assentamento do MST não fique impune - Paraíba Feminina

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terça-feira, 2 de julho de 2019

Deputada se reúne com o MPPB e dialoga para que crime do assentamento do MST não fique impune

Estela Bezerra em reunião no MPPB. foto: Martha Vasconcelos



A deputada estadual Estela Bezerra (PSB) se reuniu na manha desta terça feira (2) na sede do Ministério Público Estadual, com o procurador geral Seráfico Pontes e com familiares de José Bernardo da Silva, conhecido como Orlando, e Rodrigo Celestino, executados em 8 de dezembro no assentamento Dom José Maria Pires, município de Alhandra. O objetivo do encontro foi dialogar para que o Ministério Público apresente uma denúncia à justiça, e que não que esse caso passe impune ou sofra a morosidade da justiça.

De acordo com a parlamentar, a reunião foi produtiva. “Tivemos uma receptividade muito boa por parte do procurador Seráfico, que se prontificou a ter celeridade em todas as ações que dependam do Ministério Público”, afirmou Estela, lembrando que o mandato irá acompanhar todas as ações para garantir que os assassinos não saiam impunes, nem usem de prerrogativas para postergar as decisões judiciais.

“Vamos fazer de tudo para que esse caso seja tratado de forma exemplar e mostrar às famílias e aos assentados que a justiça deve servir e agir para todos”, finalizou.

Relembre o caso

José Bernardo da Silva, conhecido como Orlando, e Rodrigo Celestino, integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra na Paraíba (MST-PB) foram assassinados a tiros na noite de 8 de dezembro no acampamento Dom José Maria Pires, na cidade de Alhandra, Região Metropolitana de João Pessoa. Eles foram mortos por homens encapuzados e armados, de acordo com informações repassadas pelo MST.

Em 17 de maio, Rawlinson Bezerra de Lima, conhecido como Ralph, Leandro Soares da Silva e Maria de Fátima Santos, foram presos acusados de participação no crime. Ainda em maio, foi preso o quarto suspeito, José Aurélio Gomes de Melo. Todas as prisões aconteceram dentro da Operação Ampulheta, da Polícia Civil.


Da Ascom


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