Salário mínimo deveria custar R$ R$ 4.214,62 no mês de junho, revela estudo do Dieese - Paraíba Feminina

Breaking

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Salário mínimo deveria custar R$ R$ 4.214,62 no mês de junho, revela estudo do Dieese



O salário mínimo recebido pelo trabalhador deveria custar R$ 4.214,62 em junho de 2019, de acordo com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O valor necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas equivale a 4,22 vezes o piso atual de R$ 998,00.

Em maio de 2019, o piso mínimo necessário correspondeu a R$ 4.259,90, ou, 4,27 vezes o mínimo vigente. Já em junho de 2018, o valor ideal seria de R$ 3.804,06 ou 3,99 vezes o salário mínimo, que era de R$ 954,00.

O Dieese estima mensalmente o valor do salário mínimo com base na cesta básica mais cara em junho – no caso, São Paulo (R$ 501,68) – e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece o custo necessário para suprir as despesas de um trabalhador brasileiro e de sua família com gastos relacionados à alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

Em João Pessoa, esse valor caiu 0,93% no mês, ficando os acumulados no ano em 7,72% e em 12 meses 9,56%. De acordo com pesquisa realizada pela Gerência Executiva de Desenvolvimento Municipal e Regional da Seplag, no mesmo período do ano anterior, a cesta básica custava R$ 346,85 (trezentos e quarenta e seis reais e oitenta e cinco centavos), com uma variação mensal de -1,99% e os acumulados eram de 2,03% no ano e -7,43% em 12 meses.

Essa queda no preço da cesta básica no mês de junho/19 resultou das quedas de preços médios registrados nos produtos: feijão (23,04%), legumes: abóbora, beterraba, batata-inglesa, cenoura e tomate (7,05%), café moído (5,78%), raízes: inhame, batata-doce e macaxeira (2,41%), farinha de mandioca (0,60%), e óleo de soja (0,25%). Por outro lado, foram verificados aumentos de preços nos produtos: frutas: banana e laranja (16,10%), pão francês (5,00%), açúcar (4,17%), leite pasteurizado (1,95%), arroz (0,68%) e carnes (0,25%). A margarina não apresentou variação.

Com informaçõs do opovo.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário