PMJP qualifica profissionais da saúde e educação para combater racismo, intolerância religiosa, violência contra as mulheres e LGBTfobia - Paraíba Feminina

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sexta-feira, 13 de março de 2020

PMJP qualifica profissionais da saúde e educação para combater racismo, intolerância religiosa, violência contra as mulheres e LGBTfobia


A Prefeitura Municipal de João Pessoa (PMJP), por meio da Coordenadoria Municipal de Promoção à Cidadania LGBT e Igualdade Racial, realiza nesta sexta-feira (13), a partir das 13h, oficinas sobre Gênero, Sexualidade, Diversidade Religiosa, Racismo e Cuidados para professores e técnicos de Escolas e profissionais da Saúde.

A primeira oficina será ministrada às 13h,  na Unidade de Saúde da Família Nova Esperança, em Mangabeira, segunda USF beneficiada com o Selo Unidade Amiga LGBT+. Geralmente, são realizadas três oficinas na unidade. “Nesta oficina, iremos dialogar sobre diversidade sexual, identidade de gênero, orientação sexual e sobre a rede de cuidados”, diz o coordenador Roberto Maia.

Na oportunidade, também será dialogado sobre os serviços de referência existentes na rede em João Pessoa para o público LGBT+.  Nesta oficina, a exemplo das demais que serão realizadas, é solicitado o mapeamento da população LGBT+ na comunidade. Serão realizadas mais duas oficinas nesta mesma unidade. Na terceira oficina, será a implantação do Selo da unidade que passará a ser referência para o público LGBT+.

Até julho próximo, todos os Distritos Sanitários de João Pessoa receberão o Selo Referência LGBT+. O Distrito Sanitário 2, no Cristo, está a primeira unidade a recebê-lo. O Distrito Sanitário 3, será o segundo, com as oficinas iniciando nesta sexta-feira.

Oficina para Professores – Às 15h30, desta sexta-feira (13), será ministrada a segunda oficina do dia. Desta vez, na Escola Municipal Doutor João Santa Cruz de Oliveira, no Bairro dos Novais.

O coordenador Roberto Maia explica a importância das oficinas temáticas destinadas aos professores e técnicos das escolas do Município de João Pessoa. “Sabemos que grande parte destes profissionais recebem as denúncias sobre racismo, intolerância religiosa, violência contra as mulheres e LGBTfobia no seu dia a dia. Vamos dar os subsídios sobre como proceder com essas denúncias, bem como mostrar a rede que possa ser acessada, caso as denúncias ocorram”, destaca o coordenador.

A Coordenadoria está com um calendário para o exercício 2020, que irá atingir nove polos de educação. A princípio, será uma escola por polo. Em seguida, dando continuidade às ações, serão realizadas as oficinas com os jovens, uma atividade já realizada anualmente.

Roberto Maia lembra que, há três anos, a coordenadoria tem uma parceria com o Projeto Resisto, da Universidade Federal da Paraíba. As oficinas com os jovens são facilitadas por alunos de Terapia Ocupacional e por profissionais que atuam na Coordenadoria.  “Nesta ação, ainda contamos com o apoio da Secretaria de Saúde e da Secretaria de Educação no planejamento destas ações há seis anos”, diz o coordenador.

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